26.12.08
MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras , conheceu muitos outros garotos, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, malhava diariamente, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade... e ninguém mandava nela.
O garoto ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem a mulher.
FIM
24.12.08
Natal

16.12.08
Relembrando um defunto
(Quase sem querer - Legião Urbana)
15.12.08
4.12.08
Sylvia Plath
Golpes,
De machado na madeira,
E os ecos!
Ecos que partem
A galope.
A seiva
Jorra como pranto, como
Água lutando
Para repor seu espelhosobre a rocha
Que cai e rola,
Crânio branco
Comido pelas ervas.
Anos depois, na estrada,
Encontro
Essas palavras secas e sem rédeas,
Bater de cascos incansável.
Enquanto
Do fundo do poço, estrelas fixas
Decidem uma vida.
Dores
agora meu estômago está doendo. algo me diz que não estou digerindo bem algum sapo que querem me empurrar goela abaixo...
1.12.08
Desejos de Ano Novo

29.11.08
Acalanto para Helena

Não vale a pena despertar
Eu vou sair
Por aí afora
Atrás da aurora
Mais serena Dorme minha pequena
Não vale a pena despertar"
Tenho percebido que a falta de horinhas a mais de sono faz um mal tremendo ao meu humor e ao meu desempenho.
Preciso urgentemente de um 'Acalanto para Lélia'.
26.11.08
No caminho com Maiakovski
(Eduardo Alves da Costa)
Reforçando o amor
Não acabarão com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme
fiel
e verdadeiramente.
23.11.08
Tradução
"(...) Pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva do meu coração (...)"
13.11.08
O tempo não pára ll
11.11.08
O tempo não pára.

Eu só me dou conta da voracidade do tempo quando vejo algo semelhante a esta foto. Há 17 anos, quando o Nirvana lançou o álbum “Nervemind”, eu tinha 16. E desde então uma porrada de coisas mudou em minha vida. Eu comecei e não terminei um curso técnico. Eu morei um ano em Salvador. Eu entrei e saí da Uefs. Eu passei 09 anos em uma empresa. Eu me tornei uma servidora pública. Eu amadureci e fiz papel de idiota por milhares de vezes. Eu me apaixonei e me desapaixonei outras tantas vezes. E tive uma filha. A impressão que eu tenho, é que o bebê de 17 anos atrás só cresceu com a única função de me lembrar que o tempo não pára, ele corre, ele voa... e é mordaz!
10.11.08
Movimentando o balanço...
15.10.08
9.10.08
Sugira um título para o meu quase plágio
Leia:
Dialética
(V. M.)
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
(agora é assim: Mas acontece que eu sou (IRREMEDIAVELMENTE) feliz!
Marx e Sofia, uma história de amizade...
Eu nem me lembro como estava o clima naquela noite, informação que se torna irrelevante, uma vez que naquele momento iria nascer uma bela e duradoura amizade. Lembro que Marx entrou numa das salas de bate papo do UOL e perguntou se ali tinha alguém da UEFS, e Sofia, já entediada – mas muito empolgada com a novidade de ter Internet em casa – respondeu que sim. Na sala real apenas a companhia de uma xícara de café e um filme cavernoso com o ator principal da série Profissão: Perigo.
Éramos eu e Elsimar Pondé. Falamos sobre diversas coisas e reconhecemos muitos pontos em comum, inclusive o gosto pelo Jornalismo, mesmo time de futebol entre outros tantos... As teclas daquele jurássico computador funcionaram por uma madrugada inteira, o papo virtual deu um pulo para um telefonema naquela mesma madrugada, me lembro que desligamos quando o dia já prometia nascer. Tenho claro na lembrança como eu fiquei encantada com a voz macia daquele que se identificava como um dos fundadores da Sociologia. Marcamos um encontro na biblioteca da Uefs dias depois daquela madrugada do dia 28/11/98, ele disse que estaria com a camisa do São Paulo e eu disse que estaria com as unhas pintadas de azul (até parece!).
E foi um feliz encontro. Sabe quando você reconhece um terreno fértil para depositar suas melhores sementes? Pois é... Foi assim naquele dia. Tornamos-nos confidentes, e as ligações varavam as nossas madrugadas, e a cada contato revelávamos detalhes que seriam indispensáveis para solidificar nossa amizade. Ele já estava terminando o curso de História, eu estava apenas começando o curso de Letras e nossas vidas nunca mais deixaram de se encontrar, independente da nossa vontade. Parece que estávamos mesmo um no destino do outro.
E se passaram os anos, a avalanche do cotidiano foi soterrando o nosso contato freqüente, mas sabe que eu nem me machuco com isto? Este é o tipo de amor que resiste ao estio, que não depende de duradouras visitas ou repetidos contatos para se saber vivo e intenso. E já se passaram quase 10 anos... Mas está intacto como da primeira vez. Forte como a minha voz, macio como a voz dele. A gente se ama, a gente sabe disto e ponto.
7.10.08
A-mi-za-de
Estas reflexões me fizeram sofrer...
30.9.08
Pernas para que vos quero?
27.9.08
Filhos...

27/09
Hoje é dia de Catharina.
Minha amiga gêmea.
Parabéns, amiga! Te amo e não é pouco.
Saudades que eu tenho e suas compensações
De acordar depois das 08h00.
De dormir tarde.
De Anne, Hélio, Lucila, Marcondes e Juliana.
De almoçar em casa.
De passar o dia inteiro em casa.
De dormir depois do almoço.
De não ter que viajar duas vezes por dia.
Compensação:
Ter conhecido os colegas do CAHL.
Ter um excelente plano de cargos e salários.
Ter a "obrigação" de estudar para ter uma remuneração melhor.
Não saber o que é estresse há mais de um mês.
Não trabalhar finais de semana.
Ter feriadões (só em outubro vou ter dois).
Viver entre livros, mesmo sem tempo (e muitas vezes vontade) de lê-los.
Planejar um futuro MUITO MELHOR para meu filhote.
Às vezes...
... eu sinto tanta raiva, que dá vontade de chorar;
... eu sinto tanto sono, que dá vontade de vomitar;
... eu sinto tanto medo que dá vontade de desistir.
20.9.08
Dia chuvoso
17.9.08
Hiato criativo
Sem assunto...
Com vontade...
Com saudade...
Mas em breve vou tanger as moscas que estão tomando conta de blog.
5.9.08
O verbo que eu conjugo
É tão pequenininha.Nem parece comigo.
Mas o gênio é igualzinho.
É tão fofa.
Fala tudo, mesmo que sem a primeira sílaba.
Tem o sorriso que me amolece.
É por ela que eu levanto e deito.
É pra ela que eu quero dar o melhor de mim.
É a pessoa mais linda do (meu) mundo.
Dá um orgulho enorme ver esta menina crescendo bonita e saudável.
Minha princesinha, mamãe te ama!
2.9.08
Transfiguração
É como se eu fosse uma lagarta se transformando em borboleta, sem a menor pretensão de ser bela. Mas com uma possibilidade de poder bater assas. Asas de liberdade. Asas que me ajudarão a alçar vôos bem maiores. É bom ter esta sensação. Sensação esquecida e que em algum momento do meu passado recente duvidei que pudesse conseguir. Tomara que voar me proporcione agradáveis viagens.1.9.08
Infinita Highway
Estas minhas idas e vindas para Cachoeira me lembram uma música que eu não passava um dia sem ouvir quando tinha 16 anos. Lá vai o trecho favorito:30.8.08
Copiando Anne
Quatro empregos que já tive:
- Auxílio à lista (102)
- Professora de Língua Portuguesa e Artes (!)
- Garçonete e sanduicheira
- Produtora de reportagens
Quatro filmes que assisto sempre que passam:
- De repente 30
- A assassina
- Muito bem acompanhada
- Uma linda mulher
Quatro programas que gosto na tv:
- Saia Justa
- Pink Dink Doo
- Jornal da Globo
- Novela
Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:
- Lilia
- Liliam
- Amaury
- Lucila
Quatro coisas que não sei, mas deveria:
- Comer menos
- Falar menos
- Gostar de estudar
- Dirigir
Quatro coisas que faço diariamente:
- Beijo e mordo Helena
- Acesso a Internet
- Enrolo para levantar
- Fico parada em frente à tv sem pensar nada
Comidas que gosto:
- Caruru com vatapá
- Feijoada
- Galinha cozida com muito caldo, com batata cozida, arroz, feijão e farinha
- Feijão tropeiro
Quatro objetivos a curto prazo:
- Mudar de cidade
- Iniciar uma pós
- Emagrecer
- Cuidar da pele
Amo!
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Creio no mundo como num malmequer,
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
28.8.08
Grito de guerra
Martin Luther King - Líder negro americano assassinado
11.8.08
3, 2, 1...
9.8.08
Deus e os Seus mistérios insondáveis...
7.8.08
Marque a resposta correta
6.8.08
Alguma coisa acontece no meu coração
Dá um tempo...
2.8.08
Família, ah! Família...
30.7.08
Dia de festa
Era um casamento. E para mulheres que sonham com um príncipe, que nem precisa ser encantado, casamentos são excelentes oportunidades para ter mais um sopro de esperança de que a próxima seja a sua vez. Seja por escrever o nome na barra da saia da noiva ou por pegar o buquê o fato é que estas mulheres sonham, mesmo que estes sonhos acabem no final da festa, quando a maquiagem já não está assim tão impecável e os pés já estão doloridos por causa do desconforto do salto.
No salão de beleza ela pede um penteado, maquiagem leve, mas que combine com a cor do vestido. O vermelho cai muito bem na sua pele clara, as bochechas coradas remetem à idéia de fruta fresca, gostosa. Coloca perfume em partes específicas do corpo, e começa a entoar mantras que elevem a sua auto-estima enquanto coloca a meia de seda, vestido e sapato. Ela estava realmente bonita, enquanto colocava o brinco e colar sorria se olhando nos olhos, se a noite acabasse ali, já lhe bastaria, ela estava realmente bonita.
Chegou à festa, encontrou pessoas conhecidas, encontrou pessoas desconhecidas, conversou, deu risada, dançou. Dançou com várias pessoas, e se divertiu muito. Mas não pegou o buquê, nesta festa não estava a sua oportunidade de ser a próxima noiva, voltou para casa com a maquiagem impecável, os pés estavam doloridos, mas ela ainda tinha sonhos românticos. Naquela noite ela estava especialmente bonita.
28.7.08
Cachoeira
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25.7.08
Ando meio desligada...
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20.7.08
Estou vendo flores em mim mesma
17.7.08
Divino maravilhoso
Pra este sol, para esta escuridão
Atenção
Tudo é perigoso
Tudo é divino maravilhoso
É preciso estar atento e forte
Não temos tempo de temer a morte”
Segunda opção...
Eu sempre quis aprender a costurar e fazer eu mesma as minhas roupas, mas eu esbarrei em dois grandes problemas, o primeiro é que eu sou cafona de dar dó e minhas criações seriam um fiasco, e o segundo é que eu realmente tentei, e o que consegui foi o mesmo que Aline (Adão), fiz muitos trapos. Que no final das contas seria bem melhor que as roupas (medonhas) que eu iria criar. Mas a gente vê tanta coisa bizarra vestindo as modelos (mais bizarras ainda) que vou continuar sonhando com a minha segunda opção.13.7.08
Fincando os pés nos sonhos...

Obrigado por passar mas estou de saída
10.7.08
ELE É COMIGO!
Com vocês um trecho de "Deus vai fazer" - Lázaro:
"(...) O que Deus preparou é bem maior
O que Deus tem pra ti, irmão, é bem melhor
Creia nas promessas, creia em Cristo
Ele é contigo (...)"
9.7.08
Poesia...
Com vocês: Mário Quintana!
Isso é que eu chamo de pílula, remédio bom para todos os males.
Poema curto, para todas as compreensões.
DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
(Entendam bem: eu P A S S A R I N H O!)
2.7.08
Nesta data querida
Anne, que a sua vida tenha a leveza destes balões, e que os dias difíceis terminem em festa, pq festa todo dia também enjoa.
Para Anne TUDO!!!!!!!!!!!!!
Parabéns, meu BEM.
1.7.08
Pq eu sou feliz?

26.6.08
Eu conheci o medo.
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O medo me fez ver que eu sou covarde e egoísta, enqunato alguns seguravam os ataques de pedras e fúria, eu só sabia correr e obedecer à primeira alma generosa que falou: "Suba, saia daqui!"
Passado o susto, só peço ao meu cérebro que esta experiência seja apagada e que não volte jamais. Nem em lembrança, nem em realidade, muito menos em sonho.
25.6.08
Crer ou não crer, é uma questão de que?
Compartilho:
TING/ O CALDEIRÃO -O fogo e a madeira. Nenhum outro hexagrama pode nos mostrar uma chama tão bem alimentada.E as linhas que compõem este hexagrama formam a imagem do caldeirão; abaixo estão as pernas sobre as quais está o bojo, em seguida as alças e acima as argolas usadas para carregá-lo.O caldeirão de bronze era o utensílio que continha os alimentos cozidos no templo dos ancestrais e nos banquetes.O caldeirão representa a superestrutura cultural da sociedade. Aqui é a madeira que serve de combustível à chama, ao espírito. Tudo o que é visível deve se expandir para além de si mesmo, até penetrar no âmbito do invisível.O destino do fogo depende da madeira; enquanto houver madeira abaixo, o fogo arderá acima. O mesmo ocorre na vida humana. No homem há também um destino que dá força a sua vida e que se consolida quando ele consegue se harmonizar posicionando-os.Um caldeirão com os pés para o alto, emborcados. É bom remover o conteúdo estagnado. Uma concubina (amante) é aceita em virtude de seu filho, nenhuma culpa.Está pessoa é o chumbo que o alquimista irá transformar em ouro,alcançará uma posição em que seu trabalho se mostrará fecundo e ela encontrará por isso reconhecimento.O caldeirão terá alças amarelas e argolas de ouro, porque por natureza ele é modesto, e unirá o seu brilho suave com mais argolas de duro jade, assim seu trabalho merecerá as bênçãos da divindadeO CALDEIRÃO. Suprema boa fortuna. Sucesso.
23.6.08

A minha grande sorte é que Helena demora para adormecer, mas quando isto acontece o sono é de pedra. Com tanto forró nas alturas, fumaça entrando por todas as frestas da casa e o barulho ensurdecedor das bombas, tudo o que eu não queria era ter que embalar um choro de criança.
Eu até já gostei de São João um dia, mas isso já faz muito tempo. Acredito que estou cada dia mais ranzinza, mas convenhamos, São João sé é bonito na televisão (e olhe lá!) e nas lembranças com gosto de arroz-doce.
Por falar em arroz-doce, só como esta delícia uma vez por ano. Chegou o dia! (slept)
Receita para fazer um anjo
Lágrimas de felicidades, pulos de euforia, buquês de flores e a certeza de que o nosso sangue iria continuar neste mundo por pelo menos mais uma geração. Os contatos freqüentes passaram a ser diários. As mudanças no corpo, no humor e no comportamento se faziam presentes, a partir daquele momento ela já não seria mais a mesma. Uma pessoa melhor? Talvez. O certo é que seria uma pessoa diferente.
Os dois primeiros meses foram tranqüilos, mas logo em seguida seu corpo mostrou que segurar o bebê não seria uma tarefa muito fácil. Sangramentos, algumas internações, muitos sustos. Mas sempre ficava tudo bem. Acreditou-se por muito tempo que seria uma menina, mais uma entre tantas. Mas não era. Quem estava por vir era um guri. Um menino com nome, e cara, de anjo. Finalmente um homem na família Sampaio. Já não era sem tempo, progesterona o tempo inteiro enjoa.
Todos os dias vinham notícias dele contando as suas “aprontações” ainda dentro da barriga, imagine só! Imaginávamos como seria quando ele estivesse entre a gente... E a espoleta resolveu nascer antes do tempo. Dia 23 de junho.
Decidiu que queria ser canceriano e não virginiano como estava previsto. Nasceu Gabriel! Dias difíceis se sucederam. As chances de sobrevivência eram mínimas. Mas ele lutou como já estava acostumado. E foram grandes batalhas. Batalha dele para sobreviver. Batalha de quem estava de fora. E o pensamento não saía daquele espaço com pouco mais de um m².
E assim foi por setenta e cinco dias. Altos e baixos. Altos e baixos. Baixos e baixos... E ele, enfim, cumpriu a sua missão. Virou um anjo de verdade!
21.6.08
Ai se eu pudesse...
20.6.08
Cheiros agradáveis
Cangote de Helena;
Cabelo de Helena;
Helena toda;
Manga madura;
Maresia em fim de tarde;
Gen (Natura);
Feijoada que acabou de cozinhar;
Milho cozido;
Perfume de homem (ainda mais quando está no corpo do homem);
Cabelos lavados;
Hálito de licor;
Produtos de limpeza com essência marinha;
Velas queimando;
Terra molhada;
Mato cortado;
Água de rosas;
Roupas secas ao sol;
Tantos outros...
Que cheiro te agrada?
13.6.08
Amei, Jânio!
I Love Holden Caulfield
Não tem no mundo livro que eu goste mais e que eu mais tenha lido do que "O Amanhador no Campo de Centeio" (J.D. Salinger), tem um trecho no livro que chama muito a minha atenção, e talvez seja o resumo de toda a história do livro:
"... você vai descobrir que não é a primeira pessoa a ficar confusa e assustada, e até enojada, pelo comportamento humano. Você não está de maneira nenhuma sozinho nesse terreno, e se sentirá estimulado e entusiasmado quando souber disso."
Disso eu já sei, tá me faltando mesmo é o estímulo e o entusiasmo.
Adormecida
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E como num conto de fadas...
E como num passe de mágica...
E para cumprir um destino...
A bela adormeceu.
E esperou por seu príncipe...
E dispensou muitos sapos...
A bela dormiu, e dormiu.
E por falta de sorte.
(E que falta de sorte!)
O príncipe não apareceu.
Por muitos anos dormiu,
Esperou,
Dispensou...
Até que um dia morreu.
6.6.08
Casos e acasos
5.6.08
Corta!
Eu não corto os pulsos, mas corto várias outras coisas por causa do meu relaxamento com o corpo. Corto ir para uma festa, corto usar uma roupinha mais bonita (e não parecer tão mais velha), corto o prazer de ouvir um "fiu-fiu", corto a vontade de ir parar em frente aos espelho, e por causa destes - e outros - cortes sinto vontade de cortar os pulsos. Acabou em zero a zero. Vou ali cortar as unhas.4.6.08
Sobre mim e a minha preguiça
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2.4.08
26.3.08
Queridos Amigos II
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Queridos Amigos
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Assistindo a mais uma das arrastadas cenas de 'Queridos Amigos' eu fiquei angustiada. Fiquei angustiada porque vi Ivan (um cara covarde por natureza, um cara que viu a vida desejada passar em paralelo à vida que ele escolheu) criando coragem para mandar o emprego que ele detestava à merda, logo depois de ter mandado seu casamento de merda às favas. Eu fiquei triste, não porque eu não tenho casamento de merda para mandar às favas, mas porque eu não tenho coragem de mandar meus fardos (de merda) à merda.
22.3.08
Raspas e restos
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Use esta metáfora da forma que melhor lhe convier. Mas que eu queria um vatapazinho hoje, eu queria, mesmo que fosse o de ontem.



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