Se a gente tivesse a chance REAL de escolher nosso destino seria bom demais. Na igreja, em casa, no trabalho, em um papo informal sempre escuto que tudo está predestinado. Eu às vezes me agarro a esta idéia, porque seria bom demais, seria até confortável. Mas hoje vivo a incerteza desta idéia. Hoje eu sei que se eu não fumar, minhas chances de ter um infarto ou um câncer diminuem, mas não impedem o fato. Sei que se eu estudar, vou acabar conseguindo uma colocação profissional, e quem sabe intelectual, melhor, mas isso também não me dá garantia alguma. E por mais que eu queira pensar que tudo está costuradinho até o dia da minha morte eu prefiro acreditar no que Raul Seixas falava: "destino é a gente quem faz, destino quem faz é a gente, na mente de quem for capaz". É menos cômodo, eu sei. Mas mais REAL.
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2 comentários:
Rsrsrs... Sem duvida é Lélia Maria, minha amiga, muitas saudades...
Sobre casos e acasos... que coisa em? me encontro com vc na rede mundial. Preciso falar com vc pessoalmente, vejo que nossas vidas mudaram, menos nossas personalidades.
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Sinceramente não sei o que é pior, acreditarmos no destino ou assumirmos integralmente a responsabilidade pelas bombas de nossas vidas, prá não dizer uma palavra pior. Acho que não temos muita escapatória não, né querida? É olhar e fingir que não vemos(rs). Beijos.
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