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Tarde de 25 de junho o medo arrombou a porta ao som de estilhaços de vidro, tentou arrombar outra porta ao som de quem está perto armado com pedra e fúria.
O medo me chegou com cegueira e boca seca e a única coisa que eu soube fazer foi subir, poderia correr para os lados, mas resolvi chegar mais perto do céu. Não foi necessário cair, mas não pestanejaria se fosse o caso.O medo me fez ver que eu sou covarde e egoísta, enqunato alguns seguravam os ataques de pedras e fúria, eu só sabia correr e obedecer à primeira alma generosa que falou: "Suba, saia daqui!"
Passado o susto, só peço ao meu cérebro que esta experiência seja apagada e que não volte jamais. Nem em lembrança, nem em realidade, muito menos em sonho.
Um comentário:
Lélia, que barra, né? Imagino o pânico que foi. Só torço para que não se repita. Um lugar com tantas câmeras deveria ser mais seguro.
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