Em menos de 24 horas vi duas coisas que me fizeram pensar bastante sobre a tal amizade. Eu sempre me julguei uma boa amiga (mas não sou, é duro ter coragem para aceitar isto) e tenho repensado bastante sobre isto.
A primeira foi ontem enquanto eu tentava espantar o sono assistindo a trechos do filme Náufrago. Teve uma hora em que Tom Hanks já estava muito doido depois de ter passado mais de 04 anos sozinho perdido em uma ilha, não sei porque mais o rosto do amigo representado por uma bola de vôlei com o rosto desenhado com sangue se apagou. E Hanks se viu tão desesperado que se cortou para poder reconstituir a figura do amigo, me veio então o insight, quantas vezes a gente tira sangue por vontade própria para conservar uma pessoa querida ao nosso lado?
Em seguida, já no meio do plano de fuga, o amigo cai da jangada e ele fica louco, se joga no mar para resgatar a "vítima" correndo o risco de perder a jangada e ele mesmo acabar morrendo afogado ou atacado por predadores. Segundo insight, por quantas vezes a gente abre mão de tudo (inclusive do nosso porto seguro) para ajudar o tal amigo querido?
Por fim eu achei, não lembro onde, o seguinte texto bíblico: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (João, 14:13).
Este é sem comentários...
Estas reflexões me fizeram sofrer...
Um comentário:
É! Tô refletindo tb!!
Beijos.
Saudade.
Lucila
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