Palavras (Words)
Golpes,
De machado na madeira,
E os ecos!
Ecos que partem
A galope.
A seiva
Jorra como pranto, como
Água lutando
Para repor seu espelhosobre a rocha
Que cai e rola,
Crânio branco
Comido pelas ervas.
Anos depois, na estrada,
Encontro
Essas palavras secas e sem rédeas,
Bater de cascos incansável.
Enquanto
Do fundo do poço, estrelas fixas
Decidem uma vida.
2 comentários:
Gentem, eu amo a Sylvia, sempre tão doida...E as nossas dores, heim? É preciso conviver com elas, né? Fazer o quê.
Quanto ao cinema, é esse filme mesmo. Entrou em cartaz hoje. Que tal a gente ir quarta? Vou ver o horário. Tá? Beijos.
risos - só agora percebi que chamei a Sylvia de doida, quando quis dizer doída - de doer. Eita ato falho.
Claro que vamos ao cinema querida. Tá combinado. Beijos.
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