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18.5.09

até nos contos de fadas...


ontem eu resolvi assistir a um filme com helena, shrek 3, e lá pelas tantas entraram na "trama" rapunzel, bela adormecida, cinderela, branca de neve e uma feiosa lá que não identifiquei (não é minha querida fiona). e me dei conta que cada uma tem a sua história e todas elas esperam pelo príncipe encantado, que é só um e tem apenas este nomezinho ordinário (que eu detesto). vendo todas juntas percebi como a concorrência está grande até para as princesas.

Aaaaaamooooooooooo!

"pq eu tenho,
tu tens,
ele tem!!!!"


(Gentem, ver Helena dançando esta música NÃO TEM PREÇO!)

14.5.09

a.vas.sa.la.do.ra

espelho, espelho meu, existe 'coelo' mais lindo do que o meu?

10.5.09

Mais Helena...

Era finalzinho de 2006, ano que mais pareceu um mar revolto tamanha dificuldade de atravessá-lo. Já estava no sétimo mês, barriga enorme. E sentada numa das mesas dos famosos acarajés do Rio Vermelho Ricardo olhou pra mim e falou “tu já pensou que Helena é a única pessoa que vai te conhecer por dentro e por fora?”. Quase engasguei. Ele completou com o jeito sério “mas não estou falando das tuas tripas, não”. Eu sabia que não era, foi justamente por causa disto que me assustei com a constatação. Mas pra ela foi um bom estágio. Desde lá de dentro ela sabe que mamãe não nega sorriso, muito menos um brado. Desde lá de dentro ela conheceu o que é calmaria e tempestade.

Mamãe, coragem!



Estes dois trechinhos de Guimarães Rosa traduzem o que é a maternidade pra mim. Obrigada, Heleninha!

“Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura. Deus é que me sabe.”

(...)

“O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a ser capaz de ficar alegre a mais, no meio da alegria, e inda mais alegre ainda no meio da tristeza! Só assim de repente, na horinha em que se quer, de propósito – por coragem.”

(Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa)