Semana passada fiquei fazendo uma horinha em frente à televisão enquanto o sono não chegava, acabei assistindo à primeira parte do filme de Cazuza. Enquanto via aquele menino bonito destruindo a própria vida com direito à platéia e a mãe sentada na primeira fila vendo aquele espetáculo da autodestruição sem fazer nada, eu me questionei se a frase do próprio Cazuza fazia sentido. Até faz, mas não pra Lucinha Araújo.
(Anne, eu também gosto de Cazuza, mas a trajetória dele foi muito desgarrada e – como mãe – isso me incomoda.)

