Semana passada fiquei fazendo uma horinha em frente à televisão enquanto o sono não chegava, acabei assistindo à primeira parte do filme de Cazuza. Enquanto via aquele menino bonito destruindo a própria vida com direito à platéia e a mãe sentada na primeira fila vendo aquele espetáculo da autodestruição sem fazer nada, eu me questionei se a frase do próprio Cazuza fazia sentido. Até faz, mas não pra Lucinha Araújo.
(Anne, eu também gosto de Cazuza, mas a trajetória dele foi muito desgarrada e – como mãe – isso me incomoda.)
4 comentários:
Eu sei...ele sempre me chocou tb. Mas adoro...vai lá entender essas coisas do coração.
às vezes, alguns de nós, como foi o caso dele, deixa escapar a fera que deveria estar presa... prefiro não fazer julgamentos de fundo moral... na verdade eu queria ser Lucinha Araújo só pra ter tido um filho como Cazuza!!!!
Ah, sem julgamento (nem é da minha conta), o menino tinha tudo, era malcriado, sem limites, não conheceu a palavra não, super protegido, mimado, um artista tá bom, mas essa criatura pobre seria marginal.
Adoro ele. Mas cade o pulso firme desses pais??
Beijos, Lelita.
Lucila
Para Anne: Anne, eu sei do seu amor por ele, por isso a consideração no final. E quando vi o filme só pensava em vc, em como vc seria se fosse a mãe dele. Mas aí é papo pra Freud, na mesa da pizzaria, topa?
Para Gildo: Ser Lucinha Araújo requer uma dose cavalar de coragem.
Para Lulis: É, faltou mesmo foi o limite. E se ele fosse marginal, seria o cabeça do bando, porque charme e talento para isto ele também tinha.
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