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8.5.10

justificativa

sabadão ensolarado. festinha de dia das mães na escola do meu bebê. visita mega-incoveniente até meio-dia. casa inteira pra arrumar. roupas da semana inteira para lavar. sem empregada. sem dinheiro para contratar uma. precisando entregar três tarefas da pós até dia 14.05 (nem quero saber que dia da semana vai ser). viagem para salvador com retorno para domingo fim do dia. sem ao menos ter o direito de me chatear ou soltar um palavrão. miséria pouca é bobagem. aí eu me pergunto: "léa, como é que tu vai sair desta roda-viva?" aí eu abro meu e-mail e vejo um texto lindo que traz a resposta, e tenho a obrigação de compartilhar com quem se dá ao trabalho de aparecer por aqui.


Dr. Harry Ironside, pastor por 18 anos da Igreja Moody, em
Chicago, em uma viagem de férias, visitou uma certa igreja,
participando de sua Escola Bíblica. O professor da classe
perguntou aos alunos presentes: "Como as pessoas eram salvas
na época do Velho Testamento?" Depois de alguns momentos, um
homem respondeu: "Cumprindo a Lei". "Está correto", disse o
professor. Porém, Dr. Ironside interrompeu: "Minha Bíblia
diz que pelas obras da Lei, nenhuma carne será justificada".
O professor, um pouco envergonhado, falou: "Alguém tem outra
idéia?" Outro aluno respondeu: "Eles eram salvos trazendo
sacrifícios para Deus." "Sim, está certo!" disse o
professor, tentando continuar com a lição. Mas, Dr. Ironside
interrompeu novamente, "Minha Bíblia diz que é impossível o
sangue de touros e bodes tirar pecados". O professor,
percebendo que o visitante conhecia bem a Bíblia e,
provavelmente, mais do que ele, falou: "Bem, diga-nos,
então, como as pessoas eram salvas no Velho Testamento!" Dr.
Ironside explicou que elas eram salvas pela fé -- do mesmo
modo que são salvas hoje! Vinte e um vezes em hebreus 11
você achará as mesmas palavras: "Pela fé".

é isso aí. é só por ela, pela .

7.5.10

hoje é sexta!

em 1995 eu morava em salvador. tinha um monte de amigos muito doidos, mas cada um mais legal que o outro. entre eles, tinha um cara que era muito, mas muito doido mesmo. toda vez que me encontrava às sextas gritava de longe "hoje é sexta-cheira, léa" eu embolava de rir. até hoje eu falo esta idiotice quando estou reunida com amigos e é sexta e eu estou me divertindo. detalhe: nunca cheirei!

tenho um querido amigo de internet, leonardo. querido mesmo, até casaria com ele se a gente conseguisse atravessar as nossas inúmeras indiossincrasias. Toda sexta-feira eu lembro dele por causa de uma música que ele lembra de mim. "Toda sexta-feira, todo o mundo é baiano junto"

a sexta-feira era o PIOR dia no meu antigo emprego. era quando eu precisava conseguir TODAS as pautas do sábado ou TODAS as pautas do domingo e da segunda. foi tão traumático que lembro disso com muita frequência.

sexta-feira era o dia que eu criava os textos em um blog que eu contribuía com meus maravilhosos (?!?!) textos aos sábados.

antes de eu engravidar, toda as sextas-feiras eu saía para encher a cara.

descobri que eu estava grávida numa sexta-feira.

hoje as sextas-feiras são outras. e até melhores.

bom dia! bom final de semana!
eu amo vocês (pq como helena, eu amo todo mundo!)

4.5.10

querido divã...

faz tanto tempo que eu não ando por aqui (em mim mesma) que nem sei mais como me comportar. rotina puxada, mas bacana. estar com leninha em tempo integral (quando estou em casa) compensa a ausência em mim. estava falando com lília sobre como é viver a minha vida sem mim, ela também está nesta vibe. a semana encurtou, fim de semana não existe. estudos parados. vida pessoal zerada. mas devo confessar que nunca estive tão feliz. e isso não tem relação nenhuma com maternidade ou coisa semelhante, "é como seu eu descobrisse que a força esteve o tempo todo em mim". tá, eu confesso, dá pra dar uma roubadinha, lena dorme pelo menos 10 horas por dia, e eu estou me acostumando a dormir 06. tiramos 03 pra os afazeres domésticos", sobra uma hora, que eu tento usar da forma mais produtiva possível. portanto, mesmo com Internet de novo em casa (oba!), não contem com atualizações diárias... mas eu aparecerei por aqui (no blog), quando eu naõ estiver 100% por aqui (em mim mesma).

eu dei um tempão no blog pq avaliei que aparecia só pra reclamar, e atualmente não tenho reclamações a fazer, por isso serei mais criteriosa nas aparições, certo?

de hoje em diante, apenas boas notícias, prometo! (mesmo se eu estiver com a carne cheia de espinhos).

26.4.10

Ela me deu o Vale Night

(propaganda da Insinuante de dia das mães passando na tv e Helena no meu colo)

- Helena, tu vai me dar o que no dia das mães?
Uma viagem para a Argentina?
- Vou te dar um Vale Night.

(simples assim...)

25.4.10

alguém como tu...

eu só quero chover um pouco no molhado. eu tenho um amor. amor lindo e infinito. não adianta eu tentar/querer/pensar em dar o posto de MELHOR AMIGO para uma pessoa que não seja Eduardo, não cabe mais nesta altura da vida. sabe aquela expressão triscou colou? pois é... comigo foi assim. hoje faz 05 anos que ele foi para Vitória da Conquista. nem quero falar sobre o significado da ausência da presença dele na minha vida. já foi pior, mas ainda dói. quero apenas aproveitar a oportunidade para dizer que EU TE AMO, meu AMOR (tá repetitivo, ? fazer o que, ? é muito amor mesmo).
abaixo segue um texto que fiz pra ele quando completou 01 ano da partida. não sei mais escrever. fazer o que, ?

Para aquele que me ama
(25.04.06)
Das suas histórias só sei o que ele me conta. A sua Macuco conheço apenas pelo seu olhar. Não sei exatamente em que momento nasceu o amor. Eu sei apenas que ele nasceu. Não foi só no trajeto do corredor de água. Não foi só nas quatro paredes sonorizadas por Chicos, Zecas e Futebol. Não foi só nos papos regados a uma boa cervejinha gelada.
O amor nasce e pronto, é como uma florzinha que aparece sem a gente ter que marcar no calendário a hora exata que ela nasceu. Amor não é como gente que precisa de datas de chegadas e de partidas. Amor não é como gente, pq o amor não morre.
Não sei exatamente a hora que o amor nasceu, mas eu via o amor se multiplicando nos aniversários das Litinhas, nas visitas das Lílias, nos encontros com os Ulisses, nos ataques das Lélias, nas conversações dos Zecas, nos elogios rasgados à beleza e serenidade das Lilians, nos regozijos com as chegadas das Julias, nas amizades verdadeiras que se viu nascer pelos Amaurys.
O amor é troço bonito. Que mantém unidos corpos apartados. O amor é troço bonito, que mantém a mesma temperatura quando o frio corta em Conquista e o calor racha em Feira. O amor é o meio. O amor é o equilíbrio. Que mesmo vindo em gotas e de formas não lineares me mantém viva pelo bilhetezinho amarelo que pisca no Inews.
É estranho manter vivo um sentimento que veio muito antes dos homens através de aparatos tecnológicos. Mas se Pessoa estava certo que "tudo vale a pena quando a alma não é pequena" sou eu quem vai duvidar? Não. Eu não posso, nem jamais ousaria.
A única coisa que eu me permito neste momento é saber que sou amada e que amo. E que se sou capaz de sentir e receber sentimento tão sublime, tenho forças pra enfrentar o mundo, pq isso sim é ser gigante, mesmo tendo apenas 1,63m. E se eu me fiz assim, foi pra acompanhar teu passo, "meu gigante".
Meu nobre menino de Bué.(Hoje está chovendo, e não tem guarda-chuvas que evite que eu me molhe, porque a água está saindo de dentro pra fora, só preciso ter cuidado pra não transbordar, Feira de Santana não suportaria...)