eu só quero chover um pouco no molhado. eu tenho um amor. amor lindo e infinito. não adianta eu tentar/querer/pensar em dar o posto de MELHOR AMIGO para uma pessoa que não seja Eduardo, não cabe mais nesta altura da vida. sabe aquela expressão triscou colou? pois é... comigo foi assim. hoje faz 05 anos que ele foi para Vitória da Conquista. nem quero falar sobre o significado da ausência da presença dele na minha vida. já foi pior, mas ainda dói. quero apenas aproveitar a oportunidade para dizer que EU TE AMO, meu AMOR (tá repetitivo, né? fazer o que, né? é muito amor mesmo).
abaixo segue um texto que fiz pra ele quando completou 01 ano da partida. não sei mais escrever. fazer o que, né?
Para aquele que me ama
(25.04.06)
Das suas histórias só sei o que ele me conta. A sua Macuco conheço apenas pelo seu olhar. Não sei exatamente em que momento nasceu o amor. Eu sei apenas que ele nasceu. Não foi só no trajeto do corredor de água. Não foi só nas quatro paredes sonorizadas por Chicos, Zecas e Futebol. Não foi só nos papos regados a uma boa cervejinha gelada.
O amor nasce e pronto, é como uma florzinha que aparece sem a gente ter que marcar no calendário a hora exata que ela nasceu. Amor não é como gente que precisa de datas de chegadas e de partidas. Amor não é como gente, pq o amor não morre.
Não sei exatamente a hora que o amor nasceu, mas eu via o amor se multiplicando nos aniversários das Litinhas, nas visitas das Lílias, nos encontros com os Ulisses, nos ataques das Lélias, nas conversações dos Zecas, nos elogios rasgados à beleza e serenidade das Lilians, nos regozijos com as chegadas das Julias, nas amizades verdadeiras que se viu nascer pelos Amaurys.
O amor é troço bonito. Que mantém unidos corpos apartados. O amor é troço bonito, que mantém a mesma temperatura quando o frio corta em Conquista e o calor racha em Feira. O amor é o meio. O amor é o equilíbrio. Que mesmo vindo em gotas e de formas não lineares me mantém viva pelo bilhetezinho amarelo que pisca no Inews.
É estranho manter vivo um sentimento que veio muito antes dos homens através de aparatos tecnológicos. Mas se Pessoa estava certo que "tudo vale a pena quando a alma não é pequena" sou eu quem vai duvidar? Não. Eu não posso, nem jamais ousaria.
A única coisa que eu me permito neste momento é saber que sou amada e que amo. E que se sou capaz de sentir e receber sentimento tão sublime, tenho forças pra enfrentar o mundo, pq isso sim é ser gigante, mesmo tendo apenas 1,63m. E se eu me fiz assim, foi pra acompanhar teu passo, "meu gigante".
Meu nobre menino de Bué.(Hoje está chovendo, e não tem guarda-chuvas que evite que eu me molhe, porque a água está saindo de dentro pra fora, só preciso ter cuidado pra não transbordar, Feira de Santana não suportaria...)
2 comentários:
Já tem cinco anos que Eduardo deixou a tv? Nossa, o tempo passa!!!!!!!!!!!!!! (chavão, né? mas cheio de saudades dele e de você). Beijos.
Para Anne: Anne, em agosto vai fazer dois anos que eu saí, imagine ele... é chavão, mas é verdade! saudade de tu tb.
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