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26.11.08

No caminho com Maiakovski

"[...] Na primeira noite eles se aproximame roubam uma flordo nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada."

(Eduardo Alves da Costa)

Reforçando o amor

Maiakovski (1893-1930)

Não acabarão com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme
fiel
e verdadeiramente.

23.11.08

Tradução

Estou me sentindo exatamente assim como Belchior escreveu em "Como nossos pais". Nem mais e nem menos...

"(...) Pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva do meu coração (...)"

13.11.08

O tempo não pára ll


Ainda falando sobre a passagem do tempo... Nem estes dois escaparam. Você sabe quem são eles?
É... eu também achei estranho vê-los adolescentes...

11.11.08

O tempo não pára.



Eu só me dou conta da voracidade do tempo quando vejo algo semelhante a esta foto. Há 17 anos, quando o Nirvana lançou o álbum “Nervemind”, eu tinha 16. E desde então uma porrada de coisas mudou em minha vida. Eu comecei e não terminei um curso técnico. Eu morei um ano em Salvador. Eu entrei e saí da Uefs. Eu passei 09 anos em uma empresa. Eu me tornei uma servidora pública. Eu amadureci e fiz papel de idiota por milhares de vezes. Eu me apaixonei e me desapaixonei outras tantas vezes. E tive uma filha. A impressão que eu tenho, é que o bebê de 17 anos atrás só cresceu com a única função de me lembrar que o tempo não pára, ele corre, ele voa... e é mordaz!