Páginas

17.6.10

querido diário,

(A Persistência da Memória, Salvador Dalí - um mimo pra a minha angústia)

eu nunca quis crescer. nunca quis ser gente grande. nem pintava a boca e as unhas quando já deveria, talvez um desejo inconsciente de retardar o "amadurecimento". eu nunca quis deixar de ser filha. aí eu cresci. virei uma pessoa responsável. sou mãe. querido diário, algumas vezes a vida deveria ser como a gente quer, neam?

2 comentários:

Belos e Malvados disse...

Podia, mas a vida não faz muitas concessões não, né? É sempre do jeito dela e pronto. As vezes isso é bom, senão seria tudo muito seguro e previsível.

Lélia Maria disse...

Para Anne: é, é bom... na maioria das vezes. é que eu estava meio puta com isso. beijos