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3.11.10

oi!

querido diário, estou acabada. depois de um dia inteiro arrumando a casa pra minha festinhazinha de aniversário, passei o outro dia dormindo, acordando, grogue, cansada e arrumando a bagunça por cima. ainda me achando a superforte inventei uma viagem (mais de dois meses antes) para aracaju (detalhe: arrumei a minha mala e de helena na madrugada de sábado), 04 horas de viagem e mais 04 dias de turistagem. as crianças amaram. os adultos também. como eu sou chata por natureza, gostei mais ou menos. aí eu invento de voltar de ônibus, quando passou de alagoinhas eu pensei em pedir para o motorista parar que o restante do caminho eu ia fazer correndo, mas já tinha escurecido e eu desisti. cheguei em casa 19h45. hoje acordei 05h20, quase arrastando. mas valeu a pena. só na primeira parte da manhã eu recebi duas informações que valeram o dia.

uma aluna me disse que teve eleição para definir o funcionário homenageado da turma de comunicação deste semestre. éramos 03 candidatos, eu não levei por um voto. não levei, mas foi MUITO bom saber disso. achei o máximo e tou muito feliz.

a outra informação eu não posso divulgar, é mooointo pessoal e mexe com meus sentimentos (kkkkkkkkkkk).

é isso, queridjeeenho. tou de volta! cansada, mas na ativa.

27.10.10

querido diário,

o clima aqui no trabalho está cada vez pior. é um festival de brigas, canalhices, covardia, cinismo, entre tantas outras coisas. o bom mesmo é ficar de longe, assistindo a tudo sem se sujar. mas o pior é o calor. que calor do inferno, viu? é por essa e outras que eu vou ser boazinha para ir pra o céu quando morrer, não suporto calor.
a boa notícia é que eu trabalho só até 17h00 de hoje e volto na próxima quarta. bem, queridinho, a gente só se encontra agora quando eu tiver uma nova idade (e a mesma cara, espero!!!) e um novo presidente. tomara que seja umA novA presidente, pq a gente já está na m*, então que seja a menos pior.

é isso.
vou ali na praia, ser feliz e mais nada.

26.10.10

Convenção dos feridos por amor

Não sou chegada em Paulo Coelho, mas recebi este texto por e-mail, gostei tanto que resolvi postar aqui. Curtinho e verdadeiro.

Convenção dos feridos por amor


Disposições gerais:

A – Em se considerando que está absolutamente correto o ditado “tudo vale no amor e na guerra”;

B – Em se considerando que na guerra temos a Convenção de Genebra, adotada em 22 de agosto de 1864, determinando como os feridos em campo de batalha devem ser tratados, ao passo que nenhuma convenção foi promulgada até hoje com relação aos feridos de amor, que são em muito maior número;

Fica decretado que:

Art. 1 – todos os amantes, de qualquer sexo, ficam alertados que o amor, além de ser uma benção, é algo também extremamente perigoso, imprevisível, capaz de acarretar danos sérios. Conseqüentemente, quem se propõe a amar, deve saber que está expondo seu corpo e sua alma a vários tipos de ferimentos, e não poderá culpar seu parceiro em nenhum momento, já que o risco é o mesmo para ambos.

Art. 2 – Uma vez sendo atingido por uma flecha perdida do arco de Cupido, deve em seguida solicitar ao arqueiro que atire a mesma flecha na direção contrária, de modo a não se submeter ao ferimento conhecido como “amor não correspondido”. Caso Cupido recuse tal gesto, a Convenção ora sendo promulgada exige do ferido que imediatamente retire a flecha do seu coração e a jogue no lixo. Para conseguir tal feito, deve evitar telefonemas, mensagens por internet, remessa de flores que terminam sendo devolvidas, ou todo ou qualquer meio de sedução, já que os mesmos podem dar resultados a curto prazo, mas sempre terminam dando errado com o passar do tempo. A Convenção decreta que o ferido deve imediatamente procurar a companhia de outras pessoas, tentando controlar o pensamento obsessivo “vale a pena lutar por esta pessoa”.

Art. 3 – Caso o ferimento venha de terceiros, ou seja, o ser amado interessou-se por alguém que não estava no roteiro previamente estabelecido, fica expressamente proibida a vingança. Neste caso, é permitido o uso de lágrimas até que os olhos sequem, alguns socos na parede ou no travesseiro, conversas com amigos onde pode-se insultar o antigo(a) companheiro(a), alegar sua completa falta de gosto, mas sem difamar sua honra. A Convenção determina que seja também aplicada a regra do Art. 2: procurar a companhia de outras pessoas, preferivelmente em lugares diferentes dos freqüentados pela outra parte.

Art. 4 – Em ferimentos leves, aqui classificados como pequenas traições, paixões fulminantes que não duram muito, desinteresse sexual passageiro, deve-se aplicar com generosidade e rapidez o medicamento chamado Perdão. Uma vez este medicamento aplicado, não se deve voltar atrás uma só vez, e o tema precisa estar completamente esquecido, jamais sendo utilizado como argumento em uma briga ou em um momento de ódio.

Art. 5 – Em todos os ferimentos definitivos, também chamados “rupturas”, o único medicamento capaz de fazer efeito chama-se Tempo. Não adianta procurar consolo em cartomantes (que sempre dizem que o amor perdido irá voltar), livros românticos (cujo final é sempre feliz), novelas de TV ou coisas do gênero. Deve-se sofrer com intensidade, evitando-se por completo drogas, calmantes, orações para santos. Álcool só é tolerado em um máximo de dois copos de vinho por dia.

Determinação final : os feridos por amor, ao contrário dos feridos em conflitos armados, não são vítimas nem algozes. Escolheram algo que faz parte da vida, e assim devem encarar a agonia e o êxtase de sua escolha.

E os que jamais foram feridos por amor, não poderão nunca dizer: “vivi”.Porque não viveram.

http://paulocoelhoblog.com/2007/08/21/edicao-n%c2%ba-161-convencao-dos-feridos-por-amor/


19.10.10

afe!

estou a 09 dias de completar #35anos. hoje quando cheguei na universidade uma colega falou que eu tinha rosto de criança. agradeci o elogiaço. quando entrei na minha sala um amigo que conheci no primeiro dia de aula na UEFS (1998) falou que eu não envelhecia nunca.

gente, tem forma melhor de começar o dia e treminar a travessia de um #infernoastral barra pesada?

17.10.10

meta de vida

quando eu crescer, quero ser alegre como eles.