1) quando vc vai ver o saldo da sua caderneta de poupança, pensa que tem X e descobre que tem 2 vezes X e jura que não sabe como este dinheiro foi parar lá. 2) quando vc leva sua filha para a igreja e ela se comporta lindamente por quase duas horas sentada (claro que vez ou outra ela levantava e fazia uma graça, mas tá valendo). 3) quando no meio da noite você acorda com a frase "Jesus Cristo curou todos os meus medos" e volta a dormir. 4) quando descobre que sua filha vai ser a Branca de Neve (personagem principal) na peça de encerramento do ano letivo. 5) quando tem um pedaço de torta para comer depois do almoço, logo na segunda-feira.
Cara, tem coisas que não têm preço, esta última é uma delas.
(juro que vou postar fotinhas aqui ou vc acha que eu ia deixar de me exibir no blog que eu alimento e verbalizo o amor que tenho pela minha branca? então tá!).
querido diário, estou acabada. depois de um dia inteiro arrumando a casa pra minha festinhazinha de aniversário, passei o outro dia dormindo, acordando, grogue, cansada e arrumando a bagunça por cima. ainda me achando a superforte inventei uma viagem (mais de dois meses antes) para aracaju (detalhe: arrumei a minha mala e de helena na madrugada de sábado), 04 horas de viagem e mais 04 dias de turistagem. as crianças amaram. os adultos também. como eu sou chata por natureza, gostei mais ou menos. aí eu invento de voltar de ônibus, quando passou de alagoinhas eu pensei em pedir para o motorista parar que o restante do caminho eu ia fazer correndo, mas já tinha escurecido e eu desisti. cheguei em casa 19h45. hoje acordei 05h20, quase arrastando. mas valeu a pena. só na primeira parte da manhã eu recebi duas informações que valeram o dia.
uma aluna me disse que teve eleição para definir o funcionário homenageado da turma de comunicação deste semestre. éramos 03 candidatos, eu não levei por um voto. não levei, mas foi MUITO bom saber disso. achei o máximo e tou muito feliz.
a outra informação eu não posso divulgar, é mooointo pessoal e mexe com meus sentimentos (kkkkkkkkkkk).
é isso, queridjeeenho. tou de volta! cansada, mas na ativa.
o clima aqui no trabalho está cada vez pior. é um festival de brigas, canalhices, covardia, cinismo, entre tantas outras coisas. o bom mesmo é ficar de longe, assistindo a tudo sem se sujar. mas o pior é o calor. que calor do inferno, viu? é por essa e outras que eu vou ser boazinha para ir pra o céu quando morrer, não suporto calor. a boa notícia é que eu trabalho só até 17h00 de hoje e volto na próxima quarta. bem, queridinho, a gente só se encontra agora quando eu tiver uma nova idade (e a mesma cara, espero!!!) e um novo presidente. tomara que seja umAnovA presidente, pq a gente já está na m*, então que seja a menos pior.
Não sou chegada em Paulo Coelho, mas recebi este texto por e-mail, gostei tanto que resolvi postar aqui. Curtinho e verdadeiro.
Convenção dos feridos por amor
Disposições gerais:
A – Em se considerando que está absolutamente correto o ditado “tudo vale no amor e na guerra”;
B – Em se considerando que na guerra temos a Convenção de Genebra, adotada em 22 de agosto de 1864, determinando como os feridos em campo de batalha devem ser tratados, ao passo que nenhuma convenção foi promulgada até hoje com relação aos feridos de amor, que são em muito maior número;
Fica decretado que:
Art. 1 – todos os amantes, de qualquer sexo, ficam alertados que o amor, além de ser uma benção, é algo também extremamente perigoso, imprevisível, capaz de acarretar danos sérios. Conseqüentemente, quem se propõe a amar, deve saber que está expondo seu corpo e sua alma a vários tipos de ferimentos, e não poderá culpar seu parceiro em nenhum momento, já que o risco é o mesmo para ambos.
Art. 2 – Uma vez sendo atingido por uma flecha perdida do arco de Cupido, deve em seguida solicitar ao arqueiro que atire a mesma flecha na direção contrária, de modo a não se submeter ao ferimento conhecido como “amor não correspondido”. Caso Cupido recuse tal gesto, a Convenção ora sendo promulgada exige do ferido que imediatamente retire a flecha do seu coração e a jogue no lixo. Para conseguir tal feito, deve evitar telefonemas, mensagens por internet, remessa de flores que terminam sendo devolvidas, ou todo ou qualquer meio de sedução, já que os mesmos podem dar resultados a curto prazo, mas sempre terminam dando errado com o passar do tempo. A Convenção decreta que o ferido deve imediatamente procurar a companhia de outras pessoas, tentando controlar o pensamento obsessivo “vale a pena lutar por esta pessoa”.
Art. 3 – Caso o ferimento venha de terceiros, ou seja, o ser amado interessou-se por alguém que não estava no roteiro previamente estabelecido, fica expressamente proibida a vingança. Neste caso, é permitido o uso de lágrimas até que os olhos sequem, alguns socos na parede ou no travesseiro, conversas com amigos onde pode-se insultar o antigo(a) companheiro(a), alegar sua completa falta de gosto, mas sem difamar sua honra. A Convenção determina que seja também aplicada a regra do Art. 2: procurar a companhia de outras pessoas, preferivelmente em lugares diferentes dos freqüentados pela outra parte.
Art. 4 – Em ferimentos leves, aqui classificados como pequenas traições, paixões fulminantes que não duram muito, desinteresse sexual passageiro, deve-se aplicar com generosidade e rapidez o medicamento chamado Perdão. Uma vez este medicamento aplicado, não se deve voltar atrás uma só vez, e o tema precisa estar completamente esquecido, jamais sendo utilizado como argumento em uma briga ou em um momento de ódio.
Art. 5 – Em todos os ferimentos definitivos, também chamados “rupturas”, o único medicamento capaz de fazer efeito chama-se Tempo. Não adianta procurar consolo em cartomantes (que sempre dizem que o amor perdido irá voltar), livros românticos (cujo final é sempre feliz), novelas de TV ou coisas do gênero. Deve-se sofrer com intensidade, evitando-se por completo drogas, calmantes, orações para santos. Álcool só é tolerado em um máximo de dois copos de vinho por dia.
Determinação final : os feridos por amor, ao contrário dos feridos em conflitos armados, não são vítimas nem algozes. Escolheram algo que faz parte da vida, e assim devem encarar a agonia e o êxtase de sua escolha.
E os que jamais foram feridos por amor, não poderão nunca dizer: “vivi”.Porque não viveram.