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14.7.09

O primeiro...

... vídeo no You Tube a gente nunca esquece. Vídeo de Helena num dos raros momentos de tranquilidade no Rio de Janeiro.

13.7.09

Nesta data querida...

(surpresa! ele veio passar o aniversário com a gente!)

Aos 23 anos a gente ainda espera muito da vida... Espera ter uma carreira bem sucedida, espera encontrar um grande amor, espera ter filhos legais, espera ter conforto... Espera-se muito mesmo! O problema é que eu sempre fui muito descrente, achei melhor negócio não esperar nada e depois receber os presentes da vida. Aos 23 anos eu já pensava assim. E aos 23 anos eu tive uma das mais gratas surpresas (e olha que eu DETESTO surpresas) que jamais imaginaria ter em qualquer dia antes da morte.

Julho de 1999 fui fazer a seleção para o estágio da TV Subaé. Julho de 1999 conheci aquele que seria o melhor amigo, o melhor noivo, o melhor marido, o melhor cunhado, o melhor genro, o melhor chefe, o melhor irmão, o melhor tudo que uma Lélia Maria podia esperar de um homem alto e de corpo esguio, com olhar de água viva e alma generosa.

Naquele julho eu não sabia, mas estava entrando num processo irreversível de amor incondicional, estava presa no visgo que suporta e perdoa todas as discordâncias, que libera e provoca todos os ciúmes, que conduz as mais belas danças da alma, que faz a gente acreditar que as pessoas ainda valem a pena.

Não posso ouvir Chico nem Bethânia, beber Brahma, saber que é manhã de domingo, fazer comidinha gostosa, acompanhar o resultados dos jogos do Botafogo, ver radinhos de pilha no Feiraguai, cantar “Meu amigo Charlie Brown”, ler Fernando Pessoa, entre tantos outros “detalhes tão pequenos de nós dois”, sem sentir a mesma fisgada no coração da despedida de abril de 2005. (e me jogou na camisa todas as “dores” de abril...)

Julho de 2009, não estamos mais na Subaé, nem no Subaé, não praticamos mais as nossas idiossincrasias, outros amores (lindos e insubstituíveis) surgiram, estamos em cidades diferentes, não existe mais o bilhetinho amarelo, e também não existem mais as fugas para copinhos de água e desabafos. Ninguém mais me manda sair do Inews, ninguém me chama de Lenire, minha Marieta, Lélia Lins, muito menos de pau de bosta...

E falar o que sobre as minhas manhãs de domingo? Mil vezes dormir até meio-dia pra não lembrar que há poucos anos era a MELHOR parte da semana, pena que eu NUNCA consigo dormir até meio-dia, pena que eu sofro da mesma saudade que você. Eduardo, eu não vou dizer que te amo, não vou desejar feliz aniversário, não vou fazer nada como manda a etiqueta em dias de festejos. Não é mais necessário, você já sabe os efeitos de sua vida na minha vida e eu já sei onde eu me encaixo na sua. É, meu amor, nós nos alcançamos!

Qué bien!

11.7.09

fim de semana pede festa!

ela me convidou e eu fui :-)
levei o chiclete e a paçoca :-)



e o som foi massa!!!!
me empanturrei de bala juquinha :-D

10.7.09

sexta-feira

eu estou tão cansada...
fisicamente cansada...
emocionalmente cansada...
esgotada!



Mas esta música faz qualquer um se animar um pouquinho, não é?
(O áudio tá tão feio, mas Belô Velloso tem seu charme, vale a pena...)

9.7.09

Meu pai

(Seu Zeca. Nossa Senhora como eu amo este homem!!!!)


Se S. Zeca estivesse vivo faria hoje 69 anos. Ele que me apresentou Raul Seixas, mas não soube botar em prática, fazer o que?

Preferimos Alberto Caeiro, e também foi muito bom.


“Ê, meu pai, ajuda o filho meu pai

Quando eu cair no chão segura a minha mão

Me ajuda a levantar para lutar

Se o medo da loucura nessa estrada escura

Me afastar da luz que me conduz

Se eu me sentir sozinho ou sair do caminho

E a dor vier de noite me assustar.

Ê, meu pai, ajuda o filho meu pai”

(Raul Seixas)


"(...)

Sejamos simples e calmos,

Como os regatos e as árvores,

E Deus amar-nos-á fazendo de nós

Belos como as árvores e os regatos,

E dar-nos-á verdor na sua primavera,

E um rio aonde ir ter quando acabemos!..."

(Alberto Caeiro)